Ninguém acalma a minha fome
Sinto que estou preso com algemas
E quero libertar-me com as teclas ou tinta
Mas o tempo me finta,pois é ele que predomina
Já nem quero saber da métrica da estética,só preciso de cortar a meta.
Sair desta vida pseudo-frenética
Alimentar o vicio,ter um bocado de prazer
Ou seja apetece-me escrever