Ninguém acalma a minha fome
Sinto que estou preso com algemas
E quero libertar-me com as teclas ou tinta
Mas o tempo me finta,pois é ele que predomina
Já nem quero saber da métrica da estética,só preciso de cortar a meta.
Sair desta vida pseudo-frenética
Alimentar o vicio,ter um bocado de prazer
Ou seja apetece-me escrever
Poesia Sobre Rodas
sábado, 11 de junho de 2011
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
A vida...
Quero ser eu próprio
Não preciso de ser nenhum heterónimo
Quero ser histórico
Quero ser Pessoa simples
Quero ser o realizador do meu filme
Ele contem vários géneros
Desde do terror, luta até ao amor, sublime
Novas personagens vão aparecendo
para enriquecer o enredo
O que faz com que o guião
Esteja sempre em constante actualização
Espero que seja uma longa-metragem
Para que eu possa espalhar A Mensagem
Aproveita enquanto a roda, roda
Zanga – te, ri, ama, trabalha, chora
Porque quando a película corta
Já é tarde de mais…
FIM de história
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Esta é toda a minha verdade
Nunca fui convencido
Nunca me dei como vencido
Frágil como o tecido
Mas sou forte como a ganga
Surpreendido com tanta ideia
Que até ele se espanta
Informático sem truques,
Entre letras,frases e facebook's
Estando interpolando, entre estes dois mundos
Não tentes classifica-me ou classifica-lo
Não digas que eu não tenho charme ou que ele não têm calo
Mas sim que ambos são vencedores,sem pudores
em expor,a toda a sua criatividade
Esta é toda a minha verdade
Nunca me dei como vencido
Frágil como o tecido
Mas sou forte como a ganga
Surpreendido com tanta ideia
Que até ele se espanta
Informático sem truques,
Entre letras,frases e facebook's
Estando interpolando, entre estes dois mundos
Não tentes classifica-me ou classifica-lo
Não digas que eu não tenho charme ou que ele não têm calo
Mas sim que ambos são vencedores,sem pudores
em expor,a toda a sua criatividade
Esta é toda a minha verdade
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Ser Humano
Poeta estou a tentar sê-lo, ser Humano estou a tentar sê-lo
Mas não consigo, porque este mundo é um verdadeiro pesadelo
Não entendo esta feroz competição desmesurada
onde para subires, a liberdade dos outros têm de ser afectada
Meto a cabeça na almofada,
sinto que a minha consciência não está descansada
As Pessoas hoje em dia fazem actos macabros
Porque elas hoje não sabem usar o cérebro
e sobretudo os seus lábios
Sempre fui humilde e ele nunca finge
nesses campos tive sempre vinte
Eu não desisto
mas pergunto-me
será que vale a pena ficar triste
com tudo isto
Mas não consigo, porque este mundo é um verdadeiro pesadelo
Não entendo esta feroz competição desmesurada
onde para subires, a liberdade dos outros têm de ser afectada
Meto a cabeça na almofada,
sinto que a minha consciência não está descansada
As Pessoas hoje em dia fazem actos macabros
Porque elas hoje não sabem usar o cérebro
e sobretudo os seus lábios
Sempre fui humilde e ele nunca finge
nesses campos tive sempre vinte
Eu não desisto
mas pergunto-me
será que vale a pena ficar triste
com tudo isto
domingo, 19 de setembro de 2010
A vontade
A vontade é uma força estrondosa
mas a falta dela pode ser perigosa
um ciclo vicioso como uma roda
Ás vezes para se ver o lado bom
precisas de dar uma grande volta
Agora é outra historia
vou fazer o meu caminho
não necessito, do teu carimbo
nao importa, que me critiques
nao venhas com esses tiques
quero ir à busca da minha própria
glória
De errar eu tinha medo
Já não amedronta o peso do erro
Desse direito, já ninguém me priva,
O da tentativa,de explorar a minha mente criativa
Há quem diga, que sou um homem de ideia fixa
mas a falta dela pode ser perigosa
um ciclo vicioso como uma roda
Ás vezes para se ver o lado bom
precisas de dar uma grande volta
Agora é outra historia
vou fazer o meu caminho
não necessito, do teu carimbo
nao importa, que me critiques
nao venhas com esses tiques
quero ir à busca da minha própria
glória
De errar eu tinha medo
Já não amedronta o peso do erro
Desse direito, já ninguém me priva,
O da tentativa,de explorar a minha mente criativa
Há quem diga, que sou um homem de ideia fixa
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Nao sei...
Não sei se escreva
Mas que fome sedenta
que me alimenta
Que sob forma de poesia se apresenta
Muita gente trata - te com ligeireza
Mas cá eu gosto de ti
de uma forma honesta e portuguesa
Tento-te saciar com palavras,frases ou barras
Seja elas baratas ou caras
Nao quero elas vazias, quero - as fartas
Podes não ter a noção
mas elas são
a minha alimentação
Constituindo-me a minha verdadeira nutrição
Será que isto tem explicação?
Não,isto é pura paixão
Mas que fome sedenta
que me alimenta
Que sob forma de poesia se apresenta
Muita gente trata - te com ligeireza
Mas cá eu gosto de ti
de uma forma honesta e portuguesa
Tento-te saciar com palavras,frases ou barras
Seja elas baratas ou caras
Nao quero elas vazias, quero - as fartas
Podes não ter a noção
mas elas são
a minha alimentação
Constituindo-me a minha verdadeira nutrição
Será que isto tem explicação?
Não,isto é pura paixão
sábado, 21 de agosto de 2010
Cá tá mais um blog(ue)
Pronto, eu admito
que a blogsfera era um "mundo" muito falado
mas deveras desconhecido
que eu nunca tinha vindo
È um principio
que me permite por ti
Poesia expor tudo o meu fascínio
Sobre Rodas por só Tu sabes
o andamento que me provocas
em busca de novas rotas
À procura de grandes portas
Porque pela janela não cabo
Nesta vida que levo a cabo
Apesar da minha deficiência física
Conservo a mística
Vivo a vida com garra
Como a águia do Benfica
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